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sábado, 4 de janeiro de 2014

Guilty pleasures

A página da Marta no Facebook é para mim uma permanente fonte de gargalhadas. Temos várias paixões em comum, Beatles e gatos à cabeça de todas. Há outra paixão dela, os vernizes de unhas, não sendo outro tanto para mim, que me aventuro muito pouco nas cores e recuso com firmeza brilhos, enfeites, bonecada e quejandos, em que a vou acompanhando sempre, não vá apresentar-me de repente uma tonalidade irresistível.  Tal como, aliás, faço com a Miss Verniz. Com abordagens diferentes, o blogue da Marta sempre em tom jocoso (tinha de ser!), ambas prestam um valioso serviço público à nossa vertente galinhola. Entre ambas vou sabendo de tudo o que pode interessar-me em matéria de vernizes, e não preciso de mais. Havia um outro blogue fabuloso na matéria, de uma pequena holandesa. Parado há dois anos e meio (disse-me a Marta das razões), deixo-vos com o nome, porque ainda podem consultá-lo e pode ser-vos muito útil. Lacquerized.

Mas voltemos à Marta. Ambas somos anglófilas perigosas (Izzie, junta-te a nós!). Coincidimos em embirrações e afectos quanto à família real britânica: ambas veneramos a Rainha, ambas gostamos e sempre gostámos imenso do Príncipe de Gales e da Duquesa da Cornualha, ambas embirrámos sempre com a Princesa de Gales, manipuladora daqui até à estratosfera.

E foi justamente por causa de Diana, Princesa de Gales, que a fotografia abaixo surgiu. Em conversa com a Marta, e a coisa veio perfeitamente a propósito, perguntei-lhe se já tinha lido The Diana Chronicles, de Tina Brown. A Marta não sabia do livro, mas disse-lhe aquilo que continuo a achar dele: uma óptima biografia, e imparcial. Se era para cascar (a parte com que mais nos identificávamos), Tina Brown lá estava, devidamente secundada por testemunhos indubitáveis; se era para falar da princesa em termos laudatórios, Tina Brown também lá estava, mas muito menos, claro — ao fim e ao cabo trabalhava com os elementos possíveis.

Entusiasmada, a Marta correu para a Amazon, encontrou o livro, encomendou-o. E devorou-o de fio a pavio. E, duas ou três semanas mais tarde, brindou-me com a imagem abaixo, só para mim, à laia de agradecimento. Perfeitamente ilustrativa do seu sentido de humor, muitas vezes pérfido e sempre delicioso. É que a Marta também faz produções fotográficas. É capaz de se vestir e de montar todo um cenário apenas para obter um efeito cómico. Junte-se a isto uma cara extraordinariamente expressiva e o resultado pode ser qualquer coisa como a imagem abaixo.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Balanço(a) final das festas

A minha amiga Marta (todo un personaje, como diriam os nossos vizinhos espanhóis) passa a vida a desencantar pérolas que depois publica no Facebook, para gáudio de quem a acompanha. Como esta, com que nos mimoseou esta tarde.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Mistérios do Facebook

O que levará alguém com um nome tão suspeito como Ana Anocas, sem fotografia no perfil, com apenas três amigos, nenhum dos quais em comum, a pedir-me amizade no Facebook? Acho estranho, acho até meio inquietante. Principalmente quando me lembro de passados incidentes relacionados com fotografias roubadas, que não poucos dissabores trouxeram.

O pedido para lá está pendurado há uns bons meses, e assim continuará.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Lido agora mesmo no Facebook

Comentário deixado na página de uma grande amiga minha:

«Aqueles miúdos conheço-os desde que nasceram e a Vera é casada com um neto duma prima direita da minha sogra!!!!!»

Cianeto? Estricnina? Vou ali suicidar-me com o nojo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vamos brincar à caridadezinha


A Miss Glitering divulgou no seu blogue, com a melhor das intenções, esta campanha solidária do Banco Santander Totta a favor da Liga Portuguesa contra o Cancro a decorrer no Facebook. Apressei-me a ir lá dar o meu contributo, que consistia meramente em pôr um like na página do banco. Missão cumprida, os meus olhos desceram um pouco na página, querendo saber exactamente em que consistia aquilo. E fiquei estarrecida, cada like na página do banco reverte num generoso donativo de dez cêntimos a favor da LPC! Que extravagância! Que prodigalidade!

As contas fazem-se num instante. Dez mil likes, mil euros de donativo, vinte mil correspondem a dois mil euros. Imeeeeeenso dinheiro para um banco, sabendo nós que tais verbas são passíveis de dedução fiscal e que, de caminho, de cada vez que abrirmos o Facebook, seremos bombardeados com publicidade que não lhes custa um tostão, apenas por causa daquele nosso incauto e bem intencionado like.

Fiz marcha atrás, apressei-me a carregar no unlike, vão para o raio que os parta, não pactuo com filantropias destas.

E isto lembrou-me de duas coisas. A primeira foi uma canção de José Barata-Moura, nos revolucionários anos 70 (encontram-na no YouTube), que começava assim:

«Vamos brincar à caridadezinha,
Festa, canasta e boa comidinha.»

A segunda foi um cartoon do genial Quino, em que a impagável Susaninha, com os olhos a luzirem de gula e a lamber os beiços, diz à Mafalda que quando forem crescidas e forem senhoras da sociedade hão-de organizar muitos chás de caridade e banquetes com peru, lagosta e leitão, rematando logo de seguida, com expressão enojada: «para comprar feijão, arroz, massa, farinha e essas porcarias que comem os pobres».

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cambada de impostores!

Meus bons amigos, é com muita pena que vos informo de que o suposto Claudio Abbado que ontem me adicionou no Facebook, deixando-me doida de alegria, não passa de um embusteiro. O perfil é falso, e julgo que de um espanhol, já que é em espanhol que usa o Facebook. Denunciei-o de imediato e pedi aos meus amigos que fizessem outro tanto.

E pensar que a administração do Facebook passa a vida a apagar contas de gente que nunca escreveu uma palavra menos própria ou publicou uma fotografia inadequada! Até a minha conta já foi apagada, enviei um e-mail furibundo diplomaticamente disfarçado num tom de perplexidade chocada e repuseram-ma em menos de uma hora. Entretanto, imbecis do calibre deste continuam a encher aquilo de perfis falsos, apropriando-se de identidades alheias.

Se quiserem fazer-me um favor que é ao mesmo tempo uma forma de preservar a imagem de uma gigantesca figura da Música, vão à página e denunciem também este impostor: é só ir aqui. Muito obrigada.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Private jokes gone public

Abro o Facebook e a primeira coisa que me aparece é um desabafo da Luna a dizer que acha sempre embaraçoso encontrar pessoas com quem tenha tido maus dates. Seguem-se vários comentários mais ou menos jocosos. Alinho na brincadeira e, num registo pessoal que  ela conhece, entro a perguntar o que são dates.

E a Luna dá-me a seguinte definição, que poderia ter saído da pena de um Pitigrilli dos dias de hoje: «são uma espécie de mini-entrevistas onde alguém que à partida poderá estar interessado em saltar-nos para cima nos avalia para ter a certeza.»

Escusado será dizer que desatei a rir. E que me lembrei imediatamente desta cena de SATC:

terça-feira, 15 de junho de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

O tempore, o mores!

Mal vão as coisas quando começo a publicar no blogue tonteiras absolutamente irrelevantes que disse no Facebook.

Safam-se a citação de Cícero no título e a música, para não ser tudo mau.

sábado, 1 de maio de 2010

Etiqueta no Facebook

O Paulo descobriu este fabuloso filme no Youtube e apressou-se a partilhá-lo. Eu faço outro tanto aqui.
Está nomeado para os Webby Awards deste ano. Mesmo sem conhecer os outros, este já é vencedor!

Toda a história construída à volta da jovem Alice e do seu andar sempre em cima da página do namorado, sendo por ela que faz a desagradável descoberta de que ele passou de estar numa relação a solteiro (é assim? o meu Facebook está em inglês) lembrou-me uma brincadeira com um amigo do Liceu, há coisa de dois meses. Primeiro ficámos noivos, cada um na sua página. Depois acrescentámos o nome do outro. Isto durou umas escassas três horas, tempo suficiente para recebermos telefonemas de amigos muito surpreendidos com este desenvolvimento romântico da nossa relação. Foi uma risota. E acho que foi ele quem rompeu o noivado, na verdade não tenho a certeza.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Coisas do Facebook

Já ri como uma tarada a ver (pelo menos umas dez vezes) este sketch absolutamente brilhante. Quem costuma andar pelo Facebook rirá certamente tanto como eu continuo a rir.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Esqueletos no armário

Todos temos os nossos. Este é um dos meus, acho que o pior de todos. E insiste em atormentar-me. DOZE anos não serão tempo suficiente para perceber que não quero mais nada com ele?

O meu bom feitio até é proverbial, mas chamarem-me fofinha faz-me perder as estribeiras. Ele sabe e já faz isso para me irritar. E a coisa pode ir nesta escalada de disparate.


Inexplicavelmente (o talvez no, como diria uma personagem muito antiga do Herman José), não me respondeu e saiu de linha. Terei sido demasiado bruta?

Uma coisa é certa: volta sempre à carga.

Como também é certo que vem aqui às vezes. Paciência.

Fica ela por ela. Não achei grande graça àquela do «velha e carunchosa». Mesmo com todo o meu bom feitio. Que, repito, é proverbial.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

As quintas das pessoas

Podia eu lá imaginar que esta história antiga, que tanto me divertia, viria a cair-me em cima!!! 

Conta-se num instante. Era uma vez um pronto a comer muito bem, muito queque, muito tias, que ficava no coração da Lapa. Era e continua a ser óptimo. Eu almoçava lá com bastante frequência. Num belo dia havia umas framboesas que maravilharam toda a gente, ninguém se cansava de as elogiar. A menina de serviço, muito novinha, muito gira, muito sobrinha, já muito futura tia, às tantas, perante a insistente pergunta que lhe chegava de todos os lados, «mas onde é que vocês arranjam estas framboesas fantásticas?», sai-se com esta resposta estonteante: «Ora! Nas quintas das pessoas!»


Longe estava eu de poder imaginar que viria, tantos anos depois, a levar com as quintas das pessoas em cima, a torto e a direito, por conta do inefável Farmville do Facebook. Rio como uma perdida quando abro aquilo a meio do dia, enquanto estou ao telefone, e descubro que pessoas muito importantes andam a trocar vacas, ou que a plantação de morangos lhes correu muito bem. Há bocado, tendo aberto o Facebook, deparei com a pérola acima. Eu conheço estas duas senhoras. Eu conheço muito bem estas duas senhoras. Posso afiançar que são duas mulheres inteligentes, cultas, com imensos e muito variados interesses na vida. Mas apanhei-as a falar de pregos e tábuas, porque uma delas (arquitecta, acrescento perfidamente) anda a construir um estábulo virtual, segundo percebi. Parece que continuam a faltar-lhe dois tijolos, a não ser que tenha feito negociata por outro lado, nem quero meter-me nisso.

Dizem-me que o Farmville distrai muito, dizem-me que o Farmville é viciante, que há quem ponha alarmes no telemóvel para ir colher trigo, ou regar a relva, ou seja lá o que for. A mim diverte-me imenso assistir às ovelhas tresmalhadas que me aparecem na minha página e, à cautela, nunca lá entrei, no tal Farmville. Não vá eu começar também a fazer figuras semelhantes.

Tal como uma terceira mulher que muito considero, a Joaníssima do Digo Eu Com os Nervos, brilhantemente provou, o Farmville pode mesmo ser uma coisa perigosa (nunca mais olhei para ela com os mesmos olhos).


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais coisas do Facebook

Decididamente, Quino é um génio e a célebre frase do Manelinho vai a todas! «Há de tudo neste supermercado de Deus!»

Estava eu a fechar este coiso, N janelas abertas, quando sou abordada no chat do Facebook por um caramelo que vou bloquear já de seguida, assim que acabar de contar a história. Fica aqui o alerta, fiquei a saber que o pequeno faz anos no mesmo dia que eu (fui cuscar-lhe o perfil, o nome não me dizia nada), fica aqui o aviso à navegação: meninas, este traste não interessa a ninguém. Olhem só que linda conversa:
Carlos
ola teresa !
boa noite
12:53amCarlos
venho sempre um pouco a esta hora ao facebook falar com as amigas casadas ...:):)
12:53amTeresa
Conceito estranho e suspeito :):)
12:54amCarlos
gosto mais ...:):)
se não forem casadas já não me dá interesse
12:58amTeresa
Parece-me que estamos no Facebook por motivos diferentes. Para o engate há sítios melhores, passe bem.
12:59amCarlos
para mim este é o melhor ... :):)
vá aparecendo teresa ... :):)
12:59amTeresa
Ah, esqueci-me de dizer. Não sei como está nos meus amigos, sei que vou bloqueá-lo. Passo melhor sem atrasados mentais.
1:00amCarlos
como quiser...
por mim apareça sempre ... :):)

Pensando melhor, não vou bloqueá-lo. Vou mantê-lo sob observação. Este imbecil diz-se «in a relationship». Coitada da pequena.

domingo, 4 de outubro de 2009

Coisas do Facebook

Nem sempre tenho muita paciência para lá ir, é verdade. Nem tempo. É certo que até dá jeito para combinar qualquer coisa em cima da hora, para trocar duas larachas com os amigos, para saber o que cada um anda a fazer. É certo que às vezes até dá para descomprimir um bocadinho.

Foi o caso de quinta-feira passada.

Nunca vos falei do tormento que passo com o meu computador no Colosso, uma coisa pré-jurássica que me mói o juízo. Um exemplo: chega-me por e-mail um diploma legal para rever antes de ir para assinatura. Coisa simples, um documento de duas páginas em Word. Bom, primeiro que eu consiga abrir o raio do documento é obra. Depois dou com o primeiro erro, ou a primeira gralha, e vou corrigir. Ponho o cursor em cima... e fico melancolicamente a olhar para a ampulheta. Finco os cotovelos na secretária a rosnar, a ampulheta sempre no ecrã, sem nada acontecer. Outro exemplo: pedem-me uma chamada. Não sei o número de cor, obviamente, tenho de ir ao Outlook procurar a ficha respectiva. Pesquiso pelo apelido, carrego na tecla Enter... e fico novamente a olhar para o ecrã, sem que nada aconteça. Já a praguejar, e porque o telefonema é urgente, pego no telefone, que está sincronizado com o Outlook, e procuro lá (quem não tem cão caça com girafa). Pois, meus amigos, localizo o número, faço a chamada, a secretária passa-me a pessoa, eu passo-a a quem me pediu o telefonema e o meu ecrã sempre igual, a mastigar, a ruminar... De dar uivos, só vos digo!

Na quinta-feira passada estava tão exasperada com o raio do bicho que abri o Facebook e publiquei o seguinte desabafo:


Fechei aquilo e retomei o trabalho. À noite fui jantar com a Madalena e o jantar (jantarão!) prolongou-se até às três da manhã, que temos sempre assunto para conversa. Só na sexta-feira à noite, já em casa, reparei na fotografia que o João Pedro tinha posto na minha página do Facebook, em resposta ao meu queixume de que não tinha um computador, tinha uma torradeira, e que me fez soltar uma enorme gargalhada, tamanha a comicidade da imagem, tão bem ela descreve o chaço do meu desespero:

O João Pedro é um conhecimento virtual. Encontrámo-nos no YouTube, há mais de um ano, na caixa de comentários de um vídeo com o nosso bem-amado Hermann Prey, os dois a carpirmos a mágoa de continuar a não aparecer registo filmado do seu extraordinário Papageno. Passámos a trocar mensagens em privado, reencontrámo-nos no Facebook.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Coisas do Facebook

Mas quem será que passa a vida a convidar-me para fazer parte de um grupo tão parvo? Com este é o sexto ou sétimo convite que recebo, e já levou o destino dos anteriores.

Não sou rural, sou completamente urbana, e não faço parte do jet set (do qual até conheço umas quantas pessoas — que, claro está, não aparecem nas revistas e têm o maior cuidado em permanecer completamente anónimas), muito menos faço parte do jet-sete (é mesmo demasiada burrice junta), irra!

O pior é que conheço bem cinco das pessoas que aparecem ali em cima como membros. Aos outros ainda dou um desconto, mas a Madalena e o Caetano? Meninos, essas cabecinhas tem o quê lá dentro? Areia, cascas de berbigão e guizos? Parece. Estou muito desgostosa.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Thanks... but no, thanks



O Facebook tem destas coisas. De repente, out of the blue, alguém nos vem sugerir amizades para as quais não estamos nem um bocadinho viradas.

Basta olhar para a setinha para perceber como esta me pareceu sedutora. Como se tudo o mais não bastasse, ainda há poucos dias o ouvi dizer poribido (proibido). Apre!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Conversas surreais no Facebook #2

Sim, esta é a n.º 2, na primeira, por falta de letras no teclado (conseguia substituir os oo por zeros, mas faltavam-me o f e o k, entre outras, daí que lhe chamasse «o sítio onde toda a gente anda» — aquela conversa foi, na parte que me toca, um estimulante exercício de desenrascanço.

Troca particular de mensagens entre mim, a Diabba e a Mad:

Jantarinho

July 19 at 1:54pm
Caxuxa Mad,
Num dá para ir jantar na terça.
Nem me lembrei que o marido começa a trabalhar esta semana (esteve 2 semanas de férias), e começa logo pelo turno da noite.
Deixar a Flor sozinha por mais de 7 horas?? Não quero. Pode ser na semana seguinte? qualquer noite é uma boa noite.
Beijos

Today at 9:56pm
claro que pode. diz tu quando queres, ok?
Today at 10:06pm
Por mim... é quando quiserem.
Agri também quer ir, quer exibir a sua nova chapinha de prata "I Love You" made by Harry Winston (pensa ela).

Nota à margem: Tal como pensa que é de platina. No fundo, é uma gatinha muito inocente e muito crédula.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

c0nversas n0 siti0 0nde t0da a gente anda...

mensagem da aut0ra deste bl0gue, eram n0ve e p0uc0 - ag0ra seriam d0is p0nt0s, pudesse eu escreve-l0s

teresa saiu cedo do Colosso (sete e meia) e acaba de entornar a sua adorada caneca de Yellowstone com chá em cima do teclado. A desastrada Teresa (que aqui fala sempre de si na 3.ª pessoa) está a rezar para não ter de comprar outro, já seria a segunda vez. A caneca está bem, obrigada.

mensagem da
Mad para a c0munidade, sessenta e tal minut0s mais tarde

Notícia encomendada: chá verde não faz bem aos teclados. E aqui a Teresa entornou quase um litro inteirinho em cima do dela e perdeu o pio :))))))

segue-se este dial0g0 surreal

A Madrinha Mephista
A Madrinha Mephista
Cum catano, a tal caneca de num-sei-onde leva 1L de chá??

A Madrinha Mephista
A Madrinha Mephista
A T. não toma chá, está a tentar suicidar-se por afogamento!

Madalena Vidal
Mad
Ainda se fosse com whisky...

A Madrinha Mephista
A Madrinha Mephista
Hummm a língua ficaria já temperada!!

Madalena Vidal
Mad
Só falta sal e pimenta. Eu levo a pimenta.

Teresa
p0is -alt0u.
est0u sem imensas teclas, sem maiusculas, sem acent0s, etc
w0rten n0 dia seguinte, aman-a
a letra a seguir a0 g az alta. a letra antes d0 g tambem, c0m0 p0dem ver. a cuarta v0gal idem, p0r iss0 escrevi c0m c...

drama...

Madalena Vidal
Mad
what??? Isto é cúmulo da ironia: és obrigada a escrever MAL. LOOOOOOOOOOL!

A Madrinha Mephista
A Madrinha Mephista
hihihihihi será esta a tão falada "justiça divina"??

(largo e maldoso sorriso mode)

Teresa
l00000000l
ist0 eram zer0s, a cuarta v0gal na0 mexe

A Madrinha Mephista
A Madrinha Mephista
"cuarta", é lindo!! É que boue já chamar a Pinsamentos ao Kilómetro! :D