terça-feira, 13 de setembro de 2011

Coisas que já não me surpreendem

Que alguém que se diz jornalista e escritora, que escreve regularmente em jornais, que tem livros diversos publicados, escreva eminência por iminência (eminência é, entre outras coisas, o tratamento que usamos para um cardeal, estar na iminência de é estar prestes a qualquer coisa) e dignatários por dignitários — esta asneira, diga-se de passagem, ouço-a com frequência na televisão.

Também é certo que em tempos citou uma passagem deste blogue e conseguiu pôr erros ortográficos antes inexistentes e mexer na pontuação, que ficou defeituosa (a sorte foi que também o link para aqui ficou mal posto). Como tal, nada de novo.

5 comentários:

  1. Terá sido um acto falhado?

    (gula, curiosidade, rir de coisas muito sádicas: há um cantinho do inferno só para mim)

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  2. Izzie, percebo aonde queres chegar, mas a pessoa a quem te referes escreve sem erros. Pelo menos não me lembro de alguma vez ter dado com algum. Mesmo no Facebook, onde toda a gente escreve à matraca e as gralhas são mais que muitas, ela tem uma escrita cuidada.

    Todo o oposto da outra.

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  3. Teresamiga

    Eu creio que sim, ou seja, há por aí muita gente que escreve imigrante convencida que é o mesmo que emigrante.

    No DN tive uma jornalista (já com uma certa idade) que escrevia entramuros e peseudo. A Revisão ia aos arames. E até era crítica teatral... Mas, também não digo quem era, a coitada já faleceu RIP. E, vê lá tu, também sou jornalista e dizem que escritor...

    Qjs = queijinhos = beijinhos

    Se fores à minha Travessa ela passará também a ser tua. Dar-me-á (ou será dará-me?) muito prazer.

    Será uma boa prenda pois na terça-feira que está aí, tenho a desfaçatez de fazer anos; 70, isso mesmo, setenta.

    E também tenho o http://politicaoupulhitica.blogspot.com Sff vai visitar os dois. São bué da fixes, ai qkeu aprendo cos meus netros...Brigado

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