terça-feira, 30 de outubro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Google, o oráculo dos tempos modernos
Esqueçam tudo o que aprenderam na escola sobre oráculos, pitonisas e afins. Agora há o Google.
Possivelmente - como compete - com um sacrifício, desconhece-se se de um casal de pombos ou do seu primogénito, esta criatura consulta o Ser Supremo com as letrinhas todas, muito bem explicadinha, mete uma vírgula, o extraordinário ponto de interrogação já comentado e remata, delicioso requinte, com um ponto. Nem por encomenda se arranjaria melhor.
Devo dizer que continuam a ser diárias as visitas à procura de "Ana Zanatti nua" (pobre senhora). Também é verdade que já recebi um mail (educadíssimo, diga-se em abono da verdade) a perguntar se eu era lésbica, só porque tenho aquele selo do combate ao preconceito aqui ao lado. Como tão bem disse o meu adorado Oscar Wilde, "questions are never indiscrete, answers sometimes are". Respondi também educadissimamente à pessoa - amor com amor se paga - que não, que por acaso até nem era. E a coisa ficou por aí.
domingo, 28 de outubro de 2007
Apelo à vossa indulgência
Bem sabem como detesto não responder aos comentários que me deixam, acho uma grosseria imperdoável. Pois estou a tentar redimir-me: já recuei uma semana e já respondi a todos os que comentaram as minhas baboseiras nos posts mais recentes. Aos pouquinhos hei-de pôr toda a escrita em dia, prometo!
É o mínimo que posso fazer para retribuir a gentileza de quem vem aqui ler-me.
E sim, sei perfeitamente que desta vez a fotografia nada tem que ver com o assunto. Volto a apelar para a vossa indulgência. É irresistível publicá-la, tão adorável é!
Intervalo publicitário
Sim, já estou melhorzinha desta espécie de gripe que me atacou. Ontem passei o dia na cama, a chá e Antigripine. As dores no corpo já quase passaram e, como precisava mesmo de ir ao supermercado, há bocado resolvi ir à rua. Em boa hora o fiz!Se se iniciarem na ópera com o Rigoletto, estou convencida de que quererão ir mais além e descobrir mais coisas. Pode ser o vosso bilhete de entrada para um mundo mágico do qual nunca mais se quer sair. Nani, aqui fica o recado, compra isto como t.p.c. para uma possível vinda a S. Carlos em Dezembro. Tu, Alf, tratas do resto, não é verdade?
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sábado, 27 de outubro de 2007
Mesmo valentemente engripada...
... em pijama, agasalhada no meu roupão de lã tão quentinho, Messy adormecida no colo, o Nature do Palais des Thés a fumegar ao lado e, mesmo assim, percorrida por arrepios de frio, não resisto a partilhar convosco esta pérola de mais um tonto vindo do Brasil (where else?) e aterrado na Gota de Ran Tan Plan através de um motor de busca que eu desconhecia. Historia do nascimento de lusiano pavarote é... sei lá, ajudem-me!... Eu até costumo ter facilidade com as palavras, mas agora faltam-me vergonhosamente.quarta-feira, 24 de outubro de 2007
São precisos ritos...
Há pouco, só por curiosidade, fui ver o preço do dito fruto em dois supermercados muito diferentes, Continente e Corte Inglés. Pois num o preço do abacaxi é de 75 cêntimos por quilo, no outro de 2,99 euros. Quer isto dizer que, a preços de Continente, pagámos 24 quilos de abacaxi e, a preços de Corte Inglés, coisa de seis.
Paciência, mesmo assim deixámos uma generosa gorjeta, os preços não são feitos pelos empregados... E adorámos o jantar, havemos de voltar ao Terraço muitas vezes. Só não voltaremos a pedir abacaxi, que não vamos ao ponto de achar graça a ser explorados.
Largámos todos a rir, evidentemente.
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domingo, 21 de outubro de 2007
Lido por aí...
Resolvi estrear uma nova rubrica, a que chamarei RR (de random reading) - coisas que encontro e a que acho graça, ou de que gosto, ou com as quais concordo, ou... (you get the picture).Retirado do meu amigo Luís Serpa. Não gosto de tudo o que ele escreve, mas gosto de quase tudo.
On est toujours le héro de quelqu'un
Uma das coisas a que acho piada no Brasil é que eles acham que Portugal é um país "europeu": pensam, por exemplo, que não há corrupção, que a burocracia funciona, e que os bancos são bancos, não as casas de penhores que realmente são.
Eu não os desminto, claro. Não por nacionalismo, patriotismo ou seja o que for (se bem não veja nada de errado nesses sentimentos), mas porque não gosto de desfazer ilusões. Para quê? Se eles cá vierem, a realidade encarregar-se-á disso; se não vierem, de pouco lhes servirá saber a verdade.



